Perguntas frequentes
Instituto de Doenças Valvares
Sabemos que as dúvidas podem surgir ao longo da jornada de saúde. No Instituto de Doenças Valvares do Hospital Moriah, reunimos respostas às perguntas mais comuns que nossos pacientes compartilham conosco. Explore este guia informativo para saber mais e iniciar em sua jornada com confiança.
O coração é composto por quatro válvulas (mitral, aórtica, tricúspide e pulmonar), que são responsáveis por controlar a passagem do sangue. Quando elas não abrem ou fecham corretamente, o coração precisa fazer mais esforço para funcionar.
O diagnóstico começa com a avaliação médica e pode incluir exames como ecocardiograma, eletrocardiograma, tomografia, ressonância cardíaca ou cateterismo, quando indicado.
Não. O tratamento depende do tipo e da gravidade da doença. Alguns pacientes precisam apenas de acompanhamento e medicamentos, enquanto outros podem necessitar de procedimentos ou cirurgia.
Sem tratamento, algumas doenças valvares podem evoluir e causar insuficiência cardíaca, arritmias e redução da qualidade de vida. Por isso, o acompanhamento é fundamental.
As doenças valvares podem ser tratadas com procedimentos percutâneos (por cateter), cirurgias minimamente invasivas, cirurgia robótica ou cirurgia cardíaca convencional. A escolha depende das características do paciente, anatomia e grau de comprometimento da válvula e da avaliação geral da doença.
Sempre que possível, a equipe busca reparar a válvula preservando sua estrutura. Quando isso não é viável, a substituição por uma prótese pode ser a alternativa mais adequada.
É um tratamento realizado por meio de um cateter, geralmente introduzido por uma artéria ou veia da virilha ou do braço, sem necessidade de abrir o tórax. Em muitos casos, isso permite uma recuperação mais rápida.
Ele pode ser recomendado para alguns pacientes com doenças das válvulas aórtica, mitral ou tricúspide, especialmente quando oferece mais benefícios do que uma cirurgia convencional. A indicação depende de uma avaliação criteriosa.
Na cirurgia convencional é realizada uma abertura maior do tórax. Já a cirurgia minimamente invasiva utiliza incisões menores, podendo proporcionar menor trauma cirúrgico, alta precisão e recuperação mais rápida para o paciente.
A decisão considera fatores como sintomas, exames de imagem, grau de comprometimento da válvula e impacto sobre o funcionamento do coração. Quanto mais precoce o acompanhamento, maiores as chances de indicar o tratamento no momento ideal.
O tempo varia conforme o tratamento realizado. Procedimentos percutâneos costumam proporcionar alta hospitalar e recuperação mais rápidas, enquanto cirurgias podem exigir um período maior de reabilitação.
Porque esses pacientes podem se beneficiar de diferentes modalidades de tratamento. Um centro especializado reúne tecnologia, experiência e uma equipe multidisciplinar capaz de oferecer desde o diagnóstico até procedimentos percutâneos, cirurgias minimamente invasivas, robóticas e convencionais, sempre com uma abordagem personalizada.
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